Por isso é conveniente desprender-se de todo sentimento de exclusividade
religiosa. De imediato, devemos deixar de nos sentirmos privilegiados porque
professamos a “verdadeira” religião. Todas as religiões são verdadeiras
para seus seguidores e todas são falsas para os demais. A crença que nossa
religião é verdadeira e as demais falsas será apenas um obstáculo no caminho
do nosso progresso espiritual – e da nossa salvação -, um obstáculo que, mais
cedo ou mais tarde, teremos de eliminar.
Os que não acreditam que os Anjos existem – e que eles desejam nos ajudar
– deverão adotar essa possibilidade como uma hipótese de trabalho, e pensar
que se a existência dos Anjos é real, essa realidade terá de ser muito mais
forte que qualquer bloqueio originado por sua incredulidade, e capaz de vencer
tal bloqueio e de manifestar-se, senão de uma maneira sensível – dadas as
limitações dos nosso sentidos -, com fatos, pois, no fim das contas, são esse
que nos interessam. Temos que nos atrever a iniciar uma comunicação com os
anjos e lhes pedir ajuda, porém mantendo a mente totalmente aberta,
sem querer forçosamente encurralá-los com nossas idéias preconcebidas.
“Peçam, e lhes será dado! Procurem, e encontrarão! Batam, e abrirão
a porta para vocês! Pois todo aquele que pede, recebe; quem procura,
acha; e a quem bate, a porta será aberta. Quem de vocês dá ao filho
uma pedra quando ele pede um pão? (Mateus 7,7-9)

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