Série Explicando as parábolas de Jesus (Por André Sanchez)
Mateus 20. 1-15 – Os trabalhadores
da vinha
Resumo da parábola:
Vou fazer uma pequena contextualização da
parábola para que você entenda melhor a história.
Na parábola, um dono de uma fazenda tem
uma empreitada em sua propriedade e
precisará de um bom número de trabalhadores
para a realização dela. Ele sai e começa a
contratar
pessoas. Lá pelas 7h da manhã contrata alguns trabalhadores que deverão
trabalhar das 8h às 18h. Ele combina que lhes pagará ao final do
dia um denário [vamos imaginar que seja pelo valor de R$ 50,00]. Lá pelas 12h,
encontra mais alguns e combina o mesmo valor pelo trabalho das 13h às 18h.
Às 15h, contrata ainda alguns, para trabalhar das 16h às 18h, pelos mesmos
R$ 50,00.
No fim do expediente, o dono da fazenda vai fazendo os pagamentos e aqueles
trabalhadores que começaram o trabalho mais cedo acusam o dono da fazenda
de ser injusto, achando que ele deveria lhes pagar mais por terem trabalhado mais.
Ensino:
Essa parábola ensina, principalmente, sobre a graça, bondade e justiça de Deus.
Se olharmos com os olhos humanos para essa parábola, certamente, acharemos
que esse dono da fazenda foi injusto, afinal, quem trabalhou mais deveria
ganhar mais. O dono da fazenda deveria pagar menos para quem trabalhou
menos e mais para quem trabalhou mais. Mas será que ele foi mesmo injusto?
Note que o Dono da fazenda em nenhum momento foi injusto.
Aquilo que ele combinou, foi o que fez. Os R$ 50,00 combinados foi o que foi pago.
“Mas o proprietário, respondendo, disse a um deles: Amigo,
não te faço injustiça; não combinaste comigo um denário?” (Mt 20. 13).
Na verdade, o problema estava naqueles homens que invejavam o que
o dono da fazenda fez pelos outros que trabalharam menos. Eles deixaram
de enxergar a justiça que receberam para questionar a bondade do dono da
vinha para com os outros trabalhadores.
O dono da fazenda foi justo para com todos, pois fez o combinado. E ele ainda
deixa claro que ele tinha soberania sobre o que era dele para fazer o que quiser.
Ele tinha liberdade de distribuir a sua graça a quem quisesse. É evidente que ele
foi muito bondoso com os que trabalharam menos, o que deixou os outros
trabalhadores revoltados injustamente. “Porventura, não me é lícito fazer
o que quero do que é meu? Ou são maus os teus olhos porque eu
sou bom?” (Mt 20. 15).
O dono da fazenda é Deus. Jesus nos ensina aqui que devemos crer na justiça
e bondade de Deus para com todos. Deus não faz injustiças. Devemos cuidar
para não sermos enganados pelas nossas percepções humanas a ponto de
errarmos achando que o Deus Todo-Poderoso está sendo injusto, ou julgá-lo,
achando que Ele não pode distribuir a sua bondade pra quem Ele desejar.
Faça como fizer o dono da Fazenda (Deus) sempre estará agindo dentro
da justiça, bondade e graça com cada um de nós. Não temos o que reclamar!
Mateus 20. 1-15 – Os trabalhadoresda vinha
Resumo da parábola:
Vou fazer uma pequena contextualização da
parábola para que você entenda melhor a história.
Na parábola, um dono de uma fazenda tem
uma empreitada em sua propriedade e
precisará de um bom número de trabalhadores
para a realização dela. Ele sai e começa a
contratar
pessoas. Lá pelas 7h da manhã contrata alguns trabalhadores que deverão
trabalhar das 8h às 18h. Ele combina que lhes pagará ao final do
dia um denário [vamos imaginar que seja pelo valor de R$ 50,00]. Lá pelas 12h,
encontra mais alguns e combina o mesmo valor pelo trabalho das 13h às 18h.
Às 15h, contrata ainda alguns, para trabalhar das 16h às 18h, pelos mesmos
R$ 50,00.
No fim do expediente, o dono da fazenda vai fazendo os pagamentos e aqueles
trabalhadores que começaram o trabalho mais cedo acusam o dono da fazenda
de ser injusto, achando que ele deveria lhes pagar mais por terem trabalhado mais.
Ensino:
Essa parábola ensina, principalmente, sobre a graça, bondade e justiça de Deus.
Se olharmos com os olhos humanos para essa parábola, certamente, acharemos
que esse dono da fazenda foi injusto, afinal, quem trabalhou mais deveria
ganhar mais. O dono da fazenda deveria pagar menos para quem trabalhou
menos e mais para quem trabalhou mais. Mas será que ele foi mesmo injusto?
Aquilo que ele combinou, foi o que fez. Os R$ 50,00 combinados foi o que foi pago.
“Mas o proprietário, respondendo, disse a um deles: Amigo,
não te faço injustiça; não combinaste comigo um denário?” (Mt 20. 13).
Na verdade, o problema estava naqueles homens que invejavam o que
o dono da fazenda fez pelos outros que trabalharam menos. Eles deixaram
de enxergar a justiça que receberam para questionar a bondade do dono da
vinha para com os outros trabalhadores.
O dono da fazenda foi justo para com todos, pois fez o combinado. E ele ainda
deixa claro que ele tinha soberania sobre o que era dele para fazer o que quiser.
Ele tinha liberdade de distribuir a sua graça a quem quisesse. É evidente que ele
foi muito bondoso com os que trabalharam menos, o que deixou os outros
trabalhadores revoltados injustamente. “Porventura, não me é lícito fazer
o que quero do que é meu? Ou são maus os teus olhos porque eu
sou bom?” (Mt 20. 15).
O dono da fazenda é Deus. Jesus nos ensina aqui que devemos crer na justiça
e bondade de Deus para com todos. Deus não faz injustiças. Devemos cuidar
para não sermos enganados pelas nossas percepções humanas a ponto de
errarmos achando que o Deus Todo-Poderoso está sendo injusto, ou julgá-lo,
achando que Ele não pode distribuir a sua bondade pra quem Ele desejar.
Faça como fizer o dono da Fazenda (Deus) sempre estará agindo dentro
da justiça, bondade e graça com cada um de nós. Não temos o que reclamar!
Sem comentários:
Enviar um comentário